ACLML
Do what makes you happy, Be with who makes you smile, Laugh as much as you breathe, Love as long as you live...
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Livro "Chamava-se Sara" de Tatiana de Rosnay
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Vestir a camisola
domingo, 18 de abril de 2010
Diabetes Felina
Na passada Quinta-feira de manhã, dia 15, confirmei no hospital Veterinário que o Nino é diabético. Fiquei um bocado apreensiva com as consequências que podiam vir daí, pelas alterações que a minha vida e a dele iam sofrer e também por não conhecer bem a doença.segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Espírito Natalício
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Livro "P.S. Eu Amo-te" de Cecelia Ahern
Passado poucos anos de se ter casado, a vida prega uma partida a Holly, perde o marido devido a um cancro no cérebro. A vida deixa de fazer sentido sem ele. Perguntava-se porque é que a vida era tão injusta? Ele morreu cedo demais e ela queria a oportunidade de estar mais tempo com ele, de terem um filho. Perdida no mundo… com uma dor difícil de suportar e sem saber o que fazer… Holly não saía de casa já fazia quase 2 meses, agarrada a recordações e cheiros que a faziam lembrar Gerry. Surpreendentemente, Gerry encontra uma maneira de ajudar Holly a recompor a sua vida, mostrando-lhe o caminho que ela deve seguir nos próximos meses. Deixou-lhe 10 pequenos envelopes, pois eram os meses que restavam para aquele ano. Pequenas trivialidades, coisas sem importância mas que fazem toda a diferença. Um pequeno, mas grande empurrão para um novo despertar. Este livro fala-nos do quanto é importante dizermos às pessoas que as amamos e não partir do princípio que elas sabem. Dar valor às amizades, ao amor e à própria vida. Devemos estimar, mostrar o nosso carinho e afecto, ajudar e estarmos presentes. Nada é garantido e o dia de amanhã é demasiado incerto.segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Vem aí o Natal!!!
Adoro quando vou na rua e vejo as folhas amarelas, caídas das árvores, no chão. Se vir um monte delas empilhadas, só me apetece saltar lá para o meio, por momentos, no meu pensamento, sou uma criança. Pego nas folhas e atiro-as ao ar, e vejo-as cair, parecendo chuva... Que boa que é esta sensação!
Já que não posso me atirar lá para o meio, sempre que tenho oportunidade, sempre que vou na rua, em vez de me desviar e passar ao lado, passo lá no meio e fico a delirar quando olho para os meus pés e não vejo os sapatos e sim, folhas e mais folhas amarelas...
Falando agora desta época natalícia adoro ver as ruas enfeitadas, as luzes acesas... À noite adoro passar por Lisboa à descoberta da rua mais bonita, ansiosa por ver que enfeites e luzes vou encontrar. As ruas que mais gosto de ver é a Av. da Liberdade, o Lg. do Rossio, do Rossio à Pç. do Comércio, todas aquelas paralelas, Cp. D'Ourique também costuma ficar bonito, principalmente a R. Ferreira Borges. Houve um ano estava eu no início da Av. da Liberdade, à noite que estava tão linda, mas tão bonita que uma onda nostálgica me invadiu e tive vontade de chorar... (sabe-se lá porquê...).Aproveitem esta época, que passa depressa para darem um passeio, de preferência à noite é claro, à procura da mais bela rua e não tem de ser em Lisboa... e claro, como não pode deixar de ser, ver a nossa árvore que este ano está no topo do Pq. Eduardo Sétimo.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Novas formas de lazer
Para nos divertirmos podemos ir a centros de exposição, teatros, circos, galerias de arte, museus, bibliotecas e cinemas nos quais podemos viver momentos bons e descontraídos. Admirar as ondas do mar, ouvir o som perdido de uma música à noite, seguir o pôr do sol, namorar a lua, sonhar com as estrelas podem durar horas e horas de pura descontracção e de lazer legítimo, sem necessidade de nos movermos. Segundo João Carlos Pecci, "exercer o lazer, sejam quais forem as condições, é despertar a criança que existe em cada um de nós". Lazer nos dias de hoje Nos tempos que correm, os hábitos alteraram-se com as novas tecnologias. Hoje no mundo virtual já é possível fazer muita coisa, como jogar on-line com os amigos em vez de irem para a rua jogar futebol, por exemplo, como ficar horas a fio nas salas de chat em vez de saírem e de se divertirem com essas mesmas pessoas, como ir às compras na Internet e como magicamente elas aparecem em nossa casa sem nos preocuparmos e sem nos cansarmos… Hoje em dia já se faz quase tudo pela Internet, fazendo-nos cair em esquecimento dos tempos em que fomos com os nossos pais ao circo, da época em que passávamos mais tempo fora de casa a divertirmo-nos com os nossos amigos, que quase tinham que nos irem buscar pelas orelhas para irmos para casa… Tempos esses que hoje são raros.
loiça da minha mãe, camas e sofás para as bonecas... E quando não podíamos sair de casa, brincávamos com os irmãos às escondidas, aos berlindes, à bola (ao ponto de partirmos os vidros lolololol), mas foram momentos divertidos, e hoje quem é que joga ao berlinde?! Acho que com as novas tecnologias, as crianças se perdem muito e quem diz as crianças também falo nos graúdos.quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Roteiro pela minha freguesia
A Freguesia da Lapa foi constituída em 11 de Fevereiro de 1770, pelo Cardeal Arcebispo D. Francisco de Saldanha, a partir da igreja nova da Lapa, possivelmente a primeira edificação religiosa erguida depois de 1755.
dúvida, um dos pontos de Lisboa com maior interesse turístico, no entanto não é publicitado. Na realidade poucas são as pessoas, entre nós, que tiveram o privilégio de poder admirar a imperiosa e extasiante paisagem que é visível a partir deste ponto.
1842 e as plantações foram orientadas pelos jardineiros Bonard e João Francisco, sendo inaugurado em Abril de 1852. Numa jaula do jardim esteve o famoso leão da Estrela, oferecido ao jardim, em 1871, pelo não menos famoso africanista Paiva Raposo.terça-feira, 21 de outubro de 2008
Arte Digital
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
O Planeta Terra
O nosso planeta tem cerca de 4,5 biliões de anos. Há cerca de 300 milhões de anos havia o Pangea (do grego “toda a Terra”), era cercado por um único oceano chamado Pantalassa que reunia todas as terras num único continente. Ter-se-ia dividido em dois grandes continentes: a Laurásia a norte e Gondwana ao sul. Ao mar que se formou entre esses dois continentes deu-se o nome de Tetis (deusa grega do mar).
A Laurásia deu origem à América do Norte e à Eurásia (que era formada pelos continentes Europeu e Asiático); o Gondwana era formado pelos actuais continentes da América do Sul, África, Índia, Austrália (na Oceânia) e as ilhas do Pacífico Sul. A partir daí, os continentes foram-se movendo e adequando-se às configurações actuais.
Segundo alguns cientistas, os continentes teriam-se separado com uma velocidade de cerca de 1,2 a 2cm por ano, com excepção da placa Indiana que teria atingido a velocidade de 10 a 12 cm por ano, desagregando-se do continente africano e chocando-se com a Ásia, movimento que formou o Himalaia e continua a fazê-lo crescer 5 cm por ano.
Há cerca de 40 milhões de anos, fica completa a abertura do Atlântico e as duas Américas unem-se pelo Istmo do Panamá, formando a cadeia montanhosa dos Andes e dando aos continentes a sua configuração actual.
Entretanto, o movimento de deriva dos continentes não cessou. Estima-se que o movimento actual das placas seja em média de 5 cm por ano.
Em alguns lugares podem-se notar as falhas decorrentes do movimento das placas, como, por exemplo, na Califórnia, onde o movimento divergente das placas do pacífico (da qual faz parte o sul da Califórnia e quase todo o oceano Pacífico) e da placa norte-americana (América do Norte, oeste do Atlântico Norte e Groenlândia) formou a “Falha de San Andreas” que, acredita-se, um dia separará a costa californiana do resto do continente norte-americano. Actualmente, a África e a América do Sul afastam-se 7 cm por ano, ampliando a área ocupada pelo oceano Atlântico. O mar Vermelho está-se a alargar. A África migra na direcção da Europa.
sábado, 13 de setembro de 2008
A História da Internet
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Filme "O Pianista"
Tudo começou em 1939, em Varsóvia. Wladyslaw Szpilman tocava piano numa rádio polaca, quando a Luftwaffe (força aérea alemã) fez cair a primeira bomba.
Passados poucos dias da guerra ter começado, saiu em decreto-lei que todos os judeus tinham de usar no braço direito uma Estrela de David, azul em fundo branco, e até dia 31 de Outubro de 1940, tinham de se mudar para o ghetto, o chamado distrito judaico. Quem não cumprisse a lei, era severamente punido.
Assim que a mudança acabou, os alemães cercaram os judaicos, construindo muros para estes não andarem livremente pela cidade, só tinham uma passagem que nem sempre estava livre.
Era com frequência que se tropeçava nos mortos na via pública. As pessoas morriam à fome e com frio… desesperavam por trabalho para ganharem o pouco dinheiro que fosse para comerem..
Os nazis faziam dos judeus marionetas. É repugnante ver que matavam porque lhes apetecia, nem as crianças escapavam.
Há uma cena no filme em que os alemães entram numa casa judaica e pedem a todos para se levantarem, mas há um homem que está numa cadeira de rodas e, obviamente, não se levantou. Mandaram esse judeu pela janela fora…
Depois começaram por tirá-los do ghetto e pô-los em comboios. Enquanto todos se dirigiam para os porões deste, a pensarem que caminhavam para a liberdade, um polícia judeu puxou o pianista para fora, para o tirar dali, e a aflição dele, pois queria ir para junto da sua família, queria entrar no porão sem se aperceber que era o caminho da morte.
Durante algum tempo, trabalhou num campo de concentração, onde as condições eram míseras, escassas, onde mal tinham o que comer! Quando fugiu desse campo, alguns polacos ajudaram-no com abrigo e comida, arriscando as suas vidas, pois quem ajudasse os judeus era punido com a morte, pela forca. Andou de casa em casa até não ter mais para onde ir ou ter quem o ajudasse. sexta-feira, 11 de julho de 2008
Os Meus Animais
Livro "A Ponte para a Eternidade" de Richard Bach
Depois de um casamento falhado, o autor procura, durante alguns anos, a sua alma gémea. Onde quer que fosse, fizesse o que fizesse, procurava-a cegamente.
Nas exibições aéreas que fazia na sua quinta, procurava-a na multidão. Tinha a certeza de que, quando a visse, a reconheceria. Que sentimentos esperar quando os seus olhos cruzassem com os dela.
Teve alguns casos com mulheres que pensava serem a sua cara-metade, mas havia sempre alguma coisa que não lhe agradava, não se sentia completo. De início, pensava que ela tinha de ser igual a ele, mas depois chegou à conclusão que isso era impossível. E a procura continuava…
Conhecia uma mulher há já muito tempo, admirava-a, via-a como uma irmã, uma melhor amiga, pois julgava-a tão diferente dele que nunca lhe passou pela cabeça ser a sua alma gémea.
Gostei muito de ler este livro (já o li duas vezes…) talvez por ser uma eterna apaixonada. Acho que a maioria das pessoas procura a sua alma gémea e, com este livro, podemos ver que nem tudo o que parece é e, às vezes, o que queremos está mesmo à nossa frente.
“…os avançados e perfeitos podem sugerir, podem insinuar o que quiserem, mas sou eu quem decide o que fazer. E eu decidi que não vou viver sozinho.”
“Sem o poder desse amor, somos barcos imobilizados em mares de tédio, mortalmente…”












